Meu pai tá morrendo e to com medo de perder minha mae...
Minha vontade é de ficar dentro do quarto pra sempre.
segunda-feira, 31 de julho de 2017
segunda-feira, 13 de março de 2017
Eu podia estar estudando, eu podia estar aprendendo mas estou aqui fazendo vários nadas.
Eu tenho pressa. Sinto meu cérebro perder a vitalidade e em breve vou estar sem memória e sozinha. Meus pais se vão, meu irmão tem família e problemas e eu não tenho ninguém para cuidar de mim na velhice. Antigamente eu achava que tinha um plano D (não é B, é D, de desespero), mas hoje não tenho coragem e provavelmente vou perder minhas faculdades mentais e se não tiver quem cuide de mim, vou sofrer e sofrer sem nem saber o que é plano D.
Tenho que me concentrar e estudar. Perdi uma semana inteira porque tive problema de entender a pedagogia de um site no qual me matriculei e fiquei perdida entre videos e videoa e matérias sem saber o que fazer. Como uma coisa simples para mim é tempestade quando eu não entendo o que está acontecendo, simplesmente não fiz nada. Estou há dois dias sem dormir. Mas amanhã prometo para mim que vou me erguer e voltar a estudar, não sei se dá tempo de ver tudo, mas alguma coisa é melhor que nada.
Meu plano é voltar a trabalhar. A universidade vai me ajudar nisso porque vou ter que ter uma rotina e há mais de dez anos que rotina é um grande problema. Preciso fazer algo que me renda algum dinheiro. Preciso dar algum conforto a meus pais e preciso ter algum dinheiro pra ir para algum asilo quando eu não tiver mais ninguém.
Tenho um namorado muito fofo. Se chama André, é meu grande amigo. Nos vemos pessoalmente algumas vezes, mas ele mora longe. Ele é uma pessoa que me acalma, me põe nos eixos, amo muito meu novinho. Mas dentro de mim, no fundo de meu coração, tenho trauma de tanta gente que já passou por minha vida e não aguentou a bipolaridade. Ele diz que aguenta. Namoramos virtualmente há quase três anos mas eu acho que ninguém seria capaz de se doar ao ponto de me levar pra vida sabendo que eu posso ser uma idosa débil. Não adianta ninguém ficar dizendo que estou exagerando... Eu tenho uma memória tão curta, tão ruim, além de um histórico de "caduquice" bem preocupante na família. E não tenho coragem de arrastar ninguém para minha vida sabendo que vai sofrer por minha causa. As cicatrizes que Fernando deixou não curaram, são cruéis mas reais e eu não posso seguir adiante sem olhar para elas objetivamente e traçar alguma estratégia para sobreviver.
Tenho que me concentrar e estudar. Perdi uma semana inteira porque tive problema de entender a pedagogia de um site no qual me matriculei e fiquei perdida entre videos e videoa e matérias sem saber o que fazer. Como uma coisa simples para mim é tempestade quando eu não entendo o que está acontecendo, simplesmente não fiz nada. Estou há dois dias sem dormir. Mas amanhã prometo para mim que vou me erguer e voltar a estudar, não sei se dá tempo de ver tudo, mas alguma coisa é melhor que nada.
Meu plano é voltar a trabalhar. A universidade vai me ajudar nisso porque vou ter que ter uma rotina e há mais de dez anos que rotina é um grande problema. Preciso fazer algo que me renda algum dinheiro. Preciso dar algum conforto a meus pais e preciso ter algum dinheiro pra ir para algum asilo quando eu não tiver mais ninguém.
Tenho um namorado muito fofo. Se chama André, é meu grande amigo. Nos vemos pessoalmente algumas vezes, mas ele mora longe. Ele é uma pessoa que me acalma, me põe nos eixos, amo muito meu novinho. Mas dentro de mim, no fundo de meu coração, tenho trauma de tanta gente que já passou por minha vida e não aguentou a bipolaridade. Ele diz que aguenta. Namoramos virtualmente há quase três anos mas eu acho que ninguém seria capaz de se doar ao ponto de me levar pra vida sabendo que eu posso ser uma idosa débil. Não adianta ninguém ficar dizendo que estou exagerando... Eu tenho uma memória tão curta, tão ruim, além de um histórico de "caduquice" bem preocupante na família. E não tenho coragem de arrastar ninguém para minha vida sabendo que vai sofrer por minha causa. As cicatrizes que Fernando deixou não curaram, são cruéis mas reais e eu não posso seguir adiante sem olhar para elas objetivamente e traçar alguma estratégia para sobreviver.
domingo, 12 de março de 2017
Olá, como estão?
Esta sou, ou melhor, estou eu. Faz tempo que não apareço, eu sei. Estava evitando me olhar. Fingir que está tudo bem é mais fácil do que tentar entender essa angústia que continua sob a pele. Angústia de existir, simplesmente. Nos últimos tempos, porém, aconteceram coisas interessantes, que gostaria de compartilhar. Uma delas é o medicamento Atip que comecei a tomar ha dois meses e que retirou meus pesadelos. Sinto-me mais leve com isso. Tenho conseguido até ter sonhos divertidos. Ainda não tenho um bom equilíbrio do horário de sono, mas ter a mente livre daqueles malditos pesadelos é uma benção. Outra coisa é que tenho sonhado acordada. Não em nível de planejamento ainda, mas tenho sonhado em ser melhor. Meu pai tem enfrentado um câncer e isso tem mexido com todos nós. Eu queria dar um presente para ele, queria passar num vestibular para Direito ou algo assim para ele se orgulhar de mim. Ele investiu muito na minha educação e na do meu irmão e sinto que nós não correspondemos. Eu hoje recebo um salário mínimo como aposentadoria e meu irmão um pouco mais que isso. Eu não fui capaz de dar conforto para meus pais. Meu pai, assim, debilitado, sonha em ter um carro para ir até a igreja ou o médico e eu sei que consigo dirigir se treinar muito. Mas não tenho dinheiro para nada, às vezes nem para o básico... Vou comer sempre na casa dos meus pais e ando com trapos... Sinto que fracassei e sonho em reverter essa situação. Tem que ser rápido, não sei quanto tempo meu pai tem, ele mesmo diz isso o tempo todo. Meus pais são pessoas maravilhosas, merecem uma filha mais focada, e com algum retorno em nível de conforto.
Eu sou capaz, eu conseguirei.
Quanto à minha feiúra, não estou ligando muito. Estarei mais preocupada em relação a isso em meados de Junho quando algo bombástico vai acontecer na minha vida, mas isso eu conto outro dia.
Mil beijos,
Denise.
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Crenças.....
Pena
a juíza das minhas loucuras
é severa demais pra me inocentar
não cobra depoimentos
nem sopra os ferimentos da tortura
simplesmente decreta pra minha culpa
prisão domiciliar
Martha Medeiros
a juíza das minhas loucuras
é severa demais pra me inocentar
não cobra depoimentos
nem sopra os ferimentos da tortura
simplesmente decreta pra minha culpa
prisão domiciliar
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Medo
Amanhã pretendo viajar para comemorar o aniversário de minha avó, mas estou tremendo de medo. E esse medo me irrita! Não é medo de transporte, nem de nada que eu entenda como lícito. É mesmo medo de estar no meio das pessoas, de ter de dividir meu espaço, de conversar, de sair de minha zona de conforto. Meus parentes são muito alegres, religiosos, atenciosos, mas mesmo assim estou desde ontem com dores de barriga, tonturas... Pavor.
Eu nem comentei com minha mãe senão ela ia ficar preocupada e não ia viajar para a festa da mãe dela. Arrumei minha malinha e estou sem fôlego, tomei calmante, mas não quero desistir. Minha avó ligou para cada neto e exigiu a presença, não quero deixa-la triste, e no fundo sei que encontrar minhas primas vai ser divertido. Mas estou com medo... Como explicar?? Eu nem sei descrever o que estou sentindo... Não é mau pressentimento, nada disso. Simplesmente uma agonia que caminha lado a lado da certeza de que tudo vai ficar bem.
Só por sentir isso já me sinto A esquisita. Fico me imaginando com o celular na mão fazendo qualquer coisa boba para não ter de ser obrigada a fazer nada que eu não queira. E imagino meus tios falando/fazendo besteira - melhor não comentar, parar por aqui.
Ah, quem lê pode pensar que é uma viagem longa, mas na verdade vou chegar lá no sábado à noite e partir no domingo após o almoço. Pode rir da minha cara e dizer que é uma bobagem sem tamanho, que é idiotice minha. Eu sei, mas saber não muda nada.
sábado, 29 de setembro de 2012
Revolta
Hoje é sábado, está chuvoso, frio e eu estou na cama com o pc toda a me coçar com o cabelo sujo, pêlos grandes, sem vontade de fazer nada a não ser comer doce. Meus pais fingem que está tudo bem e não falam nada e eu evito de encontrá-los dormindo o máximo durante o dia. Tenho vergonha de falar sobre meu estado, pois pareço uma mulher das cavernas em todo mau sentido que possa ter.
Fiquei assim desde a terça feira: cheguei maravilhada com minha noite no trabalho: estava tudo muito perfeito, eu tinha ajudado bastante e queria ter com quem conversar, mas não tinha ninguém, fiquei chateando meu pai que estava muito cansado e depois senti uma solidão enorme. Minha quarta foi de agonia: não consegui nem dar atenção à Beatriz: dormi muito... Acordei em cima da hora, corri para me arrumar e pai quis gentilmente me dar um rádio para escutar durante o banho, pois música realmente motiva. O problema é que interpretei essa gentileza como se fosse sinal de que eu fosse muito retardada, de que eu precisasse sempre de alguém do lado limpando minha baba (acho q o carrasco mental despertou com toda a fúria)... Quem disse que consegui entrar no banheiro? Pedi para todo mundo sair mas lá fiquei encostada na parede, pensando coisas sem fundamento e depois saí correndo, me tranquei no quarto, só despertei quinta com o celular avisando que era hora do remédio.
Na quinta fiquei com vergonha de não ter ido ao trabalho e com uma sensação grande de derrota. E ver meus pais querendo me ajudar sem saber como me deixava mais angustiada... Eu só pensava em morrer, mas até esse pensamento era angustiante, porque para mim seja viva ou morta, eu só causo desgosto para meus pais. E não quero causar dor a eles, não quis conversar com a psicóloga, estava muito mal pra isso e com os pensamentos muito confusos. Na verdade eu não entendia nem o que estava sentindo, não sabia dar nome a esse rancor de ser tão estranha. E às vezes desejava muito que meus pais me batessem, que fossem maus comigo, porque a bondade deles me castiga demais...
Sexta conversei com meus pais e expus minhas angústias em relação à escola, meu medo de que achassem que eu falto por brincadeira, a sensação de que faltava um relatório, alguma orientação sobre meu caso para os coordenadores e painho disse q ia lá conversar com o diretor. Eu esperava mesmo isso dele... Fiquei esperando ansiosa, mas não fui junto, queria q pai explicasse, mas eu não queria ir (Falta de lógica, mas na hora tinha uma lógica total). Fiquei quase sem respirar até painho voltar. Mas ele disse que a escola estava escura e ele voltou pensando que não houvesse ninguém. Esqueci de dizer que a biblioteca fica escura e é o que primeiro se vê. Fiquei pra morrer. Mordi a lingua, mordi as mãos, e consegui guardar a ansiedade extrema só pra mim, não xinguei (ele não teria culpa, mas eu o xingaria na mesma tempos atrás), fiquei doida.
Hoje acordei mais aliviada, provavelmente porque não tenho a pressão de ter de ir para a escola...
Fiquei assim desde a terça feira: cheguei maravilhada com minha noite no trabalho: estava tudo muito perfeito, eu tinha ajudado bastante e queria ter com quem conversar, mas não tinha ninguém, fiquei chateando meu pai que estava muito cansado e depois senti uma solidão enorme. Minha quarta foi de agonia: não consegui nem dar atenção à Beatriz: dormi muito... Acordei em cima da hora, corri para me arrumar e pai quis gentilmente me dar um rádio para escutar durante o banho, pois música realmente motiva. O problema é que interpretei essa gentileza como se fosse sinal de que eu fosse muito retardada, de que eu precisasse sempre de alguém do lado limpando minha baba (acho q o carrasco mental despertou com toda a fúria)... Quem disse que consegui entrar no banheiro? Pedi para todo mundo sair mas lá fiquei encostada na parede, pensando coisas sem fundamento e depois saí correndo, me tranquei no quarto, só despertei quinta com o celular avisando que era hora do remédio.
Na quinta fiquei com vergonha de não ter ido ao trabalho e com uma sensação grande de derrota. E ver meus pais querendo me ajudar sem saber como me deixava mais angustiada... Eu só pensava em morrer, mas até esse pensamento era angustiante, porque para mim seja viva ou morta, eu só causo desgosto para meus pais. E não quero causar dor a eles, não quis conversar com a psicóloga, estava muito mal pra isso e com os pensamentos muito confusos. Na verdade eu não entendia nem o que estava sentindo, não sabia dar nome a esse rancor de ser tão estranha. E às vezes desejava muito que meus pais me batessem, que fossem maus comigo, porque a bondade deles me castiga demais...
Sexta conversei com meus pais e expus minhas angústias em relação à escola, meu medo de que achassem que eu falto por brincadeira, a sensação de que faltava um relatório, alguma orientação sobre meu caso para os coordenadores e painho disse q ia lá conversar com o diretor. Eu esperava mesmo isso dele... Fiquei esperando ansiosa, mas não fui junto, queria q pai explicasse, mas eu não queria ir (Falta de lógica, mas na hora tinha uma lógica total). Fiquei quase sem respirar até painho voltar. Mas ele disse que a escola estava escura e ele voltou pensando que não houvesse ninguém. Esqueci de dizer que a biblioteca fica escura e é o que primeiro se vê. Fiquei pra morrer. Mordi a lingua, mordi as mãos, e consegui guardar a ansiedade extrema só pra mim, não xinguei (ele não teria culpa, mas eu o xingaria na mesma tempos atrás), fiquei doida.
Hoje acordei mais aliviada, provavelmente porque não tenho a pressão de ter de ir para a escola...
quinta-feira, 12 de abril de 2012
"Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia.."
Já são cerca de cinco anos de tratamento "intensivo", voltado à bipolaridade e sinto que estou apta a um maior convívio social. Eu disse apta, não "pronta", porque ainda estou trilhando a melhora com as mesmas dificuldades, porém enxergando melhor o que acontece ao redor e dentro de mim. Sei que não voltarei a ser como eu era antes, mas eu NÃO QUERO nem sequer PODERIA ser como antes.
Albert Einstein disse que "A mente que se abre a uma idéia, jamais voltará ao seu tamanho original" . Gênio!! É exatamente isso o que sinto.
Meu corpo está pior que antes. Ando mais quebrada que ponto em serviço público. Estou com mais problemas e limitações: Tenho crise de ansiedade que me faz tremer muito, meu hirsurtismo piorou de modo a me provocar situações constrangedoras e inusitadas, minha glicemia já passou do limite pré-diábético, tenho insônia e sonolência exagerada, ou melhor, distúrbio do sono. Também tenho compulsão por internet, o dobro do peso de quando tudo começou, já tive intoxicação de litio que me deixava parecendo uma bêbada, pressão oscilante, problemas na pele e nos dentes por causa de habitos da depresão, etc, etc..
No entanto, o carrasco que me agride em meus pensmentos tem menos força agora. Essa pequena vitória vale muito. Vale uma moeda de paz. Vale mais que ser uma lindo modelo e sofrer transtornos alimentares pelos martírios de seu carrasco particular. .
Sempre me achei preguiçosa. Meu carrasco infernal disse, aliás, gritou, que a preguiça me deixava desleixada, inferior, dependente, incapaz de coisas simples, uma mulher incompleta, um estorvo para meus pais, uma professora medíocre que mal assinava cadernetas, nem sabia se vestir, tão masculinizada que não sabia cruzar as pernas. Tão preguiçosa que não passava perfume, nem batom, nem fazia unha e nem sequer menstruava. O carrasco berrava, gritava que eu era indigna de ser mulher, com essa preguiça de lavar um copo, emporcalhando a própria casa de lixo das caixas de comidas prontas por preguiça de cozinhas. Ele ria desgraçadamente do banheiro que fazia nojo, mais imundo qu banheiro de rodoviária e me deixava louca se alguém dizia que ia fazer uma visita, por exemplo. O carrasco me azucrinava dizendo que eu não poderia ser mulher se era incapaz de ter um filho. E pisava, num sarcasmo macabro, em todas as possibilidades de eu me sentir gente, dizendo que era até melhor ser assim. Que "Deus" não me deixou ter filho para não mata-lo à fome e negligência.
Como eu poderia OLHAR o mundo ao redor com carrasco tão cruel?
Tem muito mais coisa que esse carasco usava para me maltratar... Essas foram algumas que eu identifiquei no tratamento. Foram sessões e sessões para ao menos identificar o que estava sentindo, porque de fato eu não sabia. E minha psicóloga, Taysa Isidoro (sonoro esse nome, não é?) me disse que esse carrasco na verdade eram minhas próprias crenças. E ensinou a investigar se era tudo realmente verdade.
Descobri que muita coisa sim, descobri que muita coisa não e descobri que muita coisa ainda devia ser melhor pensada.
"A mente que se abre a uma idéia, jamais voltará ao seu tamanho original"
Comecei a ver, por exemplo, que realmente sou incapaz de fazer faxina, mas estamos no séc XXI e posso trabalhar e pagar alguém para fazer isso por mim (confesso que isso só melhorou em 20 % pra mim, ainda preciso me convencer mais. O carrasco r do meu argumento e mostra o banheiro sujo)
Comecei a imaginar e a timidamente a sonhar em adotar uma criança (70 % melhor, mas o carrasco diz que apesar de EU SER UMA ÓTIMA TIA - sim, ele, ou melhor , eu reconheço, gente- que não vão deixar uma criança ser adotada por uma bipolar com meu histórico. Mas eu já revidei: "Veremos")
Pensei que eu poderia estar apta a voltar a trabalhar e que isso poderia me ajudar bastante nesse momento ( Fiquei 45 % melhor, mas o danado, cafajeste, salafrário, desapracatado do carrasco disse que minhas tremedeiras vão ser motivos de riso e que adolescentes são cruéis e isso realmente me deu medo)
Tentei ficar feminina e mais arrumadinha:
- Dei relaxamento no cabelo (mas esqueci de hidratar -.-')
- Juntei meus dentes ( isso sim me deu um prazer enorme, apesar que muita gente nem percebeu, mas eu achei lindo e ainda fico sorrindo toda a vez que vejo um espelho, só para vê-los.)
-Comprei um sapato de saltinho, e fiquei desfilando para deleite de Dona Carminha (minha mãe)
que ria demais de meu desengonçamento. Me perguntaram lá em casa se eu tava treinando pra pinguim e o bicho era tão desconfortável que me encabulei, fui na loja e troquei por sandálias, uma bolsa mochila esquisita e uns trequinhos) [Eu não entendo como em mania eu andava tão poderosa em cima de sapatos de drags, cada salto...]
- Tentei usar batom e brinco mas os coitadinhos eram mais esquecidos que fórmula de matemática em dia de prova...
- Pesquisei sobre perfumes, saí comparando que nota combinaria com que personalidade, li, pesquisei, compaerei, sonhei, imaginei, decidi e comprei "Secret" da natura. Quando chegou vi que tinha cheiro de tutti fruti -.-' extremamente doce, aquilo me enjoava mais que glacê de bolo de gordura vegetal. Eu me sentia um chicletinho big big com duas pernas.
Mas quando percebi, o carrasco não estava ali. Não sei se ele foi trocar de calças depois de ter feito xixi nelas de tanto rir, não sei se ele viu que pra me ferrar nesse quesito, ele não precisava fazer nada e tirou folga, só sei que isso não me fazia diferença, algo mudou, que isso tudo não era mais tão importante assim, não me machucava ser tão matuta, arredia nessas coisas.
- Teve o caso das unhas também, mas é melhor deixar pra lá...
A mente estava mais larga. Ainda não estava tamanho G, mas digamos que a mente, ao contrário do corpo, fica mais saudável quanto mais engorda.
Albert Einstein disse que "A mente que se abre a uma idéia, jamais voltará ao seu tamanho original" . Gênio!! É exatamente isso o que sinto.
Meu corpo está pior que antes. Ando mais quebrada que ponto em serviço público. Estou com mais problemas e limitações: Tenho crise de ansiedade que me faz tremer muito, meu hirsurtismo piorou de modo a me provocar situações constrangedoras e inusitadas, minha glicemia já passou do limite pré-diábético, tenho insônia e sonolência exagerada, ou melhor, distúrbio do sono. Também tenho compulsão por internet, o dobro do peso de quando tudo começou, já tive intoxicação de litio que me deixava parecendo uma bêbada, pressão oscilante, problemas na pele e nos dentes por causa de habitos da depresão, etc, etc..
No entanto, o carrasco que me agride em meus pensmentos tem menos força agora. Essa pequena vitória vale muito. Vale uma moeda de paz. Vale mais que ser uma lindo modelo e sofrer transtornos alimentares pelos martírios de seu carrasco particular. .
Sempre me achei preguiçosa. Meu carrasco infernal disse, aliás, gritou, que a preguiça me deixava desleixada, inferior, dependente, incapaz de coisas simples, uma mulher incompleta, um estorvo para meus pais, uma professora medíocre que mal assinava cadernetas, nem sabia se vestir, tão masculinizada que não sabia cruzar as pernas. Tão preguiçosa que não passava perfume, nem batom, nem fazia unha e nem sequer menstruava. O carrasco berrava, gritava que eu era indigna de ser mulher, com essa preguiça de lavar um copo, emporcalhando a própria casa de lixo das caixas de comidas prontas por preguiça de cozinhas. Ele ria desgraçadamente do banheiro que fazia nojo, mais imundo qu banheiro de rodoviária e me deixava louca se alguém dizia que ia fazer uma visita, por exemplo. O carrasco me azucrinava dizendo que eu não poderia ser mulher se era incapaz de ter um filho. E pisava, num sarcasmo macabro, em todas as possibilidades de eu me sentir gente, dizendo que era até melhor ser assim. Que "Deus" não me deixou ter filho para não mata-lo à fome e negligência.
Como eu poderia OLHAR o mundo ao redor com carrasco tão cruel?
Tem muito mais coisa que esse carasco usava para me maltratar... Essas foram algumas que eu identifiquei no tratamento. Foram sessões e sessões para ao menos identificar o que estava sentindo, porque de fato eu não sabia. E minha psicóloga, Taysa Isidoro (sonoro esse nome, não é?) me disse que esse carrasco na verdade eram minhas próprias crenças. E ensinou a investigar se era tudo realmente verdade.
Descobri que muita coisa sim, descobri que muita coisa não e descobri que muita coisa ainda devia ser melhor pensada.
"A mente que se abre a uma idéia, jamais voltará ao seu tamanho original"
Comecei a ver, por exemplo, que realmente sou incapaz de fazer faxina, mas estamos no séc XXI e posso trabalhar e pagar alguém para fazer isso por mim (confesso que isso só melhorou em 20 % pra mim, ainda preciso me convencer mais. O carrasco r do meu argumento e mostra o banheiro sujo)
Comecei a imaginar e a timidamente a sonhar em adotar uma criança (70 % melhor, mas o carrasco diz que apesar de EU SER UMA ÓTIMA TIA - sim, ele, ou melhor , eu reconheço, gente- que não vão deixar uma criança ser adotada por uma bipolar com meu histórico. Mas eu já revidei: "Veremos")
Pensei que eu poderia estar apta a voltar a trabalhar e que isso poderia me ajudar bastante nesse momento ( Fiquei 45 % melhor, mas o danado, cafajeste, salafrário, desapracatado do carrasco disse que minhas tremedeiras vão ser motivos de riso e que adolescentes são cruéis e isso realmente me deu medo)
Tentei ficar feminina e mais arrumadinha:
- Dei relaxamento no cabelo (mas esqueci de hidratar -.-')
- Juntei meus dentes ( isso sim me deu um prazer enorme, apesar que muita gente nem percebeu, mas eu achei lindo e ainda fico sorrindo toda a vez que vejo um espelho, só para vê-los.)
-Comprei um sapato de saltinho, e fiquei desfilando para deleite de Dona Carminha (minha mãe)
que ria demais de meu desengonçamento. Me perguntaram lá em casa se eu tava treinando pra pinguim e o bicho era tão desconfortável que me encabulei, fui na loja e troquei por sandálias, uma bolsa mochila esquisita e uns trequinhos) [Eu não entendo como em mania eu andava tão poderosa em cima de sapatos de drags, cada salto...]
- Tentei usar batom e brinco mas os coitadinhos eram mais esquecidos que fórmula de matemática em dia de prova...
- Pesquisei sobre perfumes, saí comparando que nota combinaria com que personalidade, li, pesquisei, compaerei, sonhei, imaginei, decidi e comprei "Secret" da natura. Quando chegou vi que tinha cheiro de tutti fruti -.-' extremamente doce, aquilo me enjoava mais que glacê de bolo de gordura vegetal. Eu me sentia um chicletinho big big com duas pernas.
Mas quando percebi, o carrasco não estava ali. Não sei se ele foi trocar de calças depois de ter feito xixi nelas de tanto rir, não sei se ele viu que pra me ferrar nesse quesito, ele não precisava fazer nada e tirou folga, só sei que isso não me fazia diferença, algo mudou, que isso tudo não era mais tão importante assim, não me machucava ser tão matuta, arredia nessas coisas.
- Teve o caso das unhas também, mas é melhor deixar pra lá...
A mente estava mais larga. Ainda não estava tamanho G, mas digamos que a mente, ao contrário do corpo, fica mais saudável quanto mais engorda.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Momentinho de Inspiração
DIA DA POESIA
Um pequeno HAIKAI para brindar:
Murmuro: "Quero deixar nas nuvens minhas pegadas..."
E me dizes: "É efêmero, elas logo dissolvem-se ao léu"
Sorrio enigmática: nada tira o prazer das minhas caminhadas no céu.
(Denise Dória)
Um pequeno HAIKAI para brindar:
Murmuro: "Quero deixar nas nuvens minhas pegadas..."
E me dizes: "É efêmero, elas logo dissolvem-se ao léu"
Sorrio enigmática: nada tira o prazer das minhas caminhadas no céu.
(Denise Dória)
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
IDENTIFICAÇÃO TOTAL
Trantorno de Personalidade Ansiosa (evitação)
Como se caracteriza ?
Caracteriza-se pelo padrão de comportamento inibido e ansioso com auto-estima baixa. É um sujeito hipersensível a críticas e rejeições, apreensivo e desconfiado, com dificuldades sociais. É tímido e sente-se desconfortável em ambientes sociais. Tem medos infundados de agir tolamente perante os outros.
Aspectos essenciais
*É facilmente ferido por críticas e desaprovações.
*Não costuma ter amigos íntimos além dos parentes mais próximos.
*Só aceita um relacionamento quando tem certeza de que é querido.
*Evita atividades sociais ou profissionais onde o contato com outras pessoas seja intenso, mesmo que venha a ter benefícios com isso.
*Experimenta sentimentos de tensão e apreensão enquanto estiver exposto socialmente.
*Exagera nas dificuldades, nos perigos envolvidos em atividades comuns, porém fora de sua rotina. Por exemplo, cancela encontros sociais porque acha que antes de chegar lá já estará muito cansado.
Dr. Rodrigo Marot
www.psicosite.com.br
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Amanheci olhando o blog... Uma tristeza de não ser nem conseguir expressar o que sou... Muita gente me "conhece" mas nao sabe nada... E tenho vergonha de escrever aqui quem eu sou de verdade... Com a casa cheia de lixo e garrafinhas espalhadas olho em redor e nem sei o q dizer... Mas eu sou feliz...
domingo, 25 de setembro de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Coisinhas
Ok, ok...disse que ia sair da Net, mas voltei pro banho e acabei com vontade de hidratar cabelo. Fui fazer e eis-me aqui novamente. Se alguém visse como eu tava tratando meus cabelos essa semana e visse agora ia entender, sem precisar de nenhuma palavra, o que é ser bipolar.
Bem, já tou limpinha, cheirosinha,pronta pra enfrentar as duas ruas que me levam à casa da minha mãe para tomar café da manhã (já são 16h)quando me olho no espelho e penso: será que vendem BURCAS no mercado livre? Eis o motivo de ter voltado ao pc. Não obstante, (ui, fui chique agora) pensei numas coisinhas bestas no caminho, tipo:
# Música bipolar (ouvi muito agora no São João): (devagar):Cai, cai, balão, cai, cai, balão, cai aqui na minha mão.. (rápido): Não cai não, não cai não, não cai não...
# Cabelo bipolar: é aquele que fica lindo em casa, mas quando vc vai sair não fica bom de jeito nenhum, quando vc vai dormir tá tão lindo que dá dó, e quando acorda, tão feio que dá medo, muda de cor conforme a luz ou sem sua permissão, às vezes vc ama,às vezes você odeia, você ajeita todo certinho e sai pensando que tá tudo certo, depois, numa vitrine ou um reflexo qqer vcpercebe que tá fazendo cosplay de leão :S Isso quando ainda não fica a parte da frente em mania e a de trás em depressão... E ainda numa sequência de fotos vc o vê até cachadinho onde sempre foi liso ou vice versa. Em três fotos diferentes ele pode estar lindo, normalzinho ou de mal com o mundo. Aff... mais bipolar que eu, só meu cabelo.
# Baaaaahhh, tinha um monte de coisa pra escrever e esqueci :(
Bem, já tou limpinha, cheirosinha,pronta pra enfrentar as duas ruas que me levam à casa da minha mãe para tomar café da manhã (já são 16h)quando me olho no espelho e penso: será que vendem BURCAS no mercado livre? Eis o motivo de ter voltado ao pc. Não obstante, (ui, fui chique agora) pensei numas coisinhas bestas no caminho, tipo:
# Música bipolar (ouvi muito agora no São João): (devagar):Cai, cai, balão, cai, cai, balão, cai aqui na minha mão.. (rápido): Não cai não, não cai não, não cai não...
# Cabelo bipolar: é aquele que fica lindo em casa, mas quando vc vai sair não fica bom de jeito nenhum, quando vc vai dormir tá tão lindo que dá dó, e quando acorda, tão feio que dá medo, muda de cor conforme a luz ou sem sua permissão, às vezes vc ama,às vezes você odeia, você ajeita todo certinho e sai pensando que tá tudo certo, depois, numa vitrine ou um reflexo qqer vcpercebe que tá fazendo cosplay de leão :S Isso quando ainda não fica a parte da frente em mania e a de trás em depressão... E ainda numa sequência de fotos vc o vê até cachadinho onde sempre foi liso ou vice versa. Em três fotos diferentes ele pode estar lindo, normalzinho ou de mal com o mundo. Aff... mais bipolar que eu, só meu cabelo.
# Baaaaahhh, tinha um monte de coisa pra escrever e esqueci :(
Tá,ontem eu queria morrer, hoje eu quero matar, então acho que melhorei.
Acordei cantando aquela musica "Short Dick Man" eme espantei comigo. Isso não é coisa de menina séria, meu Deus! Ai tomei um banho daqueles que minha mãe sonha que eu tome quando estou em crise, sem querer nem respirar pq dói na alma, quanto mais tomar banho... e pensei: Êta lelê, musica como essas fizeram parte da minha formação infantil o.O. Eis a prova:
Pra quem não tá entendendo nada, veja a tradução da música e pense na aberração da criançada dançando, cantando e aplaudindo no "xou da xuxa" (sim, nessa época eu já tinha e bem minhas aulas de inglês na escola) :
Esse é só um pequeno exemplo, pq não quero perder tempo no pc hoje... Eu sei que tinha muita coisa... Agora, me perguntem por que minha geração é tão perdidinha que aos 30 ainda vive a adolescência? Só pode. Agora deixa voltar pra vida real, pra aproveitar a chama de energia que surgiu do nada hoje. Passei a semana péssima. Nem Beatriz eu quis ver. Mas hoje eu vi um sorriso no espelho. Vou lá aproveitar.
Abraços a quem lê.
Pra quem não tá entendendo nada, veja a tradução da música e pense na aberração da criançada dançando, cantando e aplaudindo no "xou da xuxa" (sim, nessa época eu já tinha e bem minhas aulas de inglês na escola) :
Short Dick Man
Ah, ah
Ah, ah
Ah, ah, ah, ah
Ah, ah
Ah, ah
Ah, ah , ah, ah
Don't want no short dick man
Don't want no short dick man
Don't want no short dick man
Don't want no short dick man
Don't don't don't don't don't don't
Don't don't don't don't
Don't want don't want don't want don't want
Don't want no short dick man
Don't want no short dick man
Iny weeny teeny weeny
Shriveled little short dick man
Don't want don't want don't want
Don't want don't want don't want
Don't want don't want don't want
Don't want don't want don't want
Don't want don't want don't want
What in the world is that thing?
Do you need some tweezers to put that little thing away
That has got to be the smallest dick
I've ever seen in my whole life
I have ever seen in my whole life
Get the fuck outta here
Iny weeny teeny weeny
Shriveled little short dick man
Don't want don't want
Don't want Don't want
Don't want
Don't want
Don't want
Don't want
Don't want
Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh! Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh!
Isn't that cute an extra belly button
You need to put your pants back on honey
Don't don't don't don't don't don't
Don't don't don't don't
Don't want don't want don't want don't want
Don't want no short dick man
Don't want no short dick man
Iny wee (x15)
Iny weeny teeny weeny shrivled little short dick man
Pobre, pobrecito
Que diablo eso
Pobre, pobreci, pobre, probrecito
Que, que, que, que, que diablo eso
Don't (x36)
Homem De Pau Pequeno
Ah, ah
Ah, ah
Ah, ah, ah, ah
Ah, ah
Ah, ah
Ah, ah, ah,ah
Não quero homem de pau pequeno
Não quero homem de pau pequeno
Não quero homem de pau pequeno
Não quero homem de pau pequeno
não, não, não não, não não
não não, não não
não quero, não quero, não quero, não quero
Não quero homem de pau pequeno
Não quero homem de pau pequeno
Encolhido, de criança,
Homem de pau pequeno e enrugado
não quero, não quero, não quero
não quero, não quero, não quero
não quero, não quero, não quero
não quero, não quero, não quero
não quero, não quero, não quero
Isso é a pior coisa do mundo
Você usa alguma pinça pra tirar essa coisinha pra fora??
É o pau mais pequeno
Que eu já vi em toda minha vida.
Que eu já vi em toda minha vida
Cai fora daqui!
Encolhido, de criança,
Homem de pau pequeno e enrugado
não quero,não quero
não quero,não quero
não quero
não quero
não quero
não quero
não quero
Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh!Uh! Uh! Uh!
Uh! Uh! Uh!
Não é uma graça ter um botão extra na barriga
Você tem que colocar suas calças, querido
não não, não não, não, não
não não, não não,
não quero, não quero, não quero, não quero
Não quero homem de pau pequeno
Não quero homem de pau pequeno
Encolhido (15x)
Encolhido, de criança, Homem de pau pequeno e enrugado
Tadinho, que dó
Que diabos é isso???
Tadinho, que dó, Tadinho, que dó
Que, que, que, que diabos é isso??
Não (36x)
Esse é só um pequeno exemplo, pq não quero perder tempo no pc hoje... Eu sei que tinha muita coisa... Agora, me perguntem por que minha geração é tão perdidinha que aos 30 ainda vive a adolescência? Só pode. Agora deixa voltar pra vida real, pra aproveitar a chama de energia que surgiu do nada hoje. Passei a semana péssima. Nem Beatriz eu quis ver. Mas hoje eu vi um sorriso no espelho. Vou lá aproveitar.
Abraços a quem lê.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Hoje estou triste.
Nem adianta o sol nascer...
Não sou egoísta:
Vá lá, nasça para os outros.
Para mim não quero sol
Quero nuvem negra
Vento frio
e uivante
Que seja assim, da cor e forma
De minha tristeza.
É sempre assim
sempre assim
tão igual...
Dias, meses e anos de SOL
Um dia, ínfimo dia de temporal
um dia...
só um dia...
basta um dia...
e o sol se apaga
Em mim.
Nem adianta o sol nascer...
Não sou egoísta:
Vá lá, nasça para os outros.
Para mim não quero sol
Quero nuvem negra
Vento frio
e uivante
Que seja assim, da cor e forma
De minha tristeza.
É sempre assim
sempre assim
tão igual...
Dias, meses e anos de SOL
Um dia, ínfimo dia de temporal
um dia...
só um dia...
basta um dia...
e o sol se apaga
Em mim.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Vampiros.
Lembrei de uma coisa que Max sempre me dizia. Acho que deu um "clique" e do nada fez todo o sentido: " Vampiros só entram em sua casa se você permitir".
P.S.: Perdi meu texto sobre ser uma borboleta com uma asa preta e outra multicor. Queria ser como as pessoas que sabem cuidar bem do que escrevem e guardam tudo com carinho :(
P.S.: Perdi meu texto sobre ser uma borboleta com uma asa preta e outra multicor. Queria ser como as pessoas que sabem cuidar bem do que escrevem e guardam tudo com carinho :(
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